www.lavozdegalicia.es/pontevedra/2008/10/16/00031224142034702353607.htm
enviado por bieito hai 47 dias 18 horas 43 minutos
Un veciño de Pontevedra de 30 anos foi detido o martes logo de espirse completamente nos corredores do colexio de hostalería Carlos Oroza ante axentes do Corpo nacional de Policía e alumnos do centro, entre eles varios menores.
comentarios
Estaria a ganduxar xa o terceiro ou a saber
pobre
Este é dos meus!

#2 Por espirse?

E non sería para amosar aos axentes que no "paquete" non levaba nada ilegal?
Há anos -e ainda hoje- se falássemos com gente do rural entenderiam o de "porro" como uma verdura da horta. Hoje parece que nom podemos dizer "porro" sem que o pessoal se escaralhe. Como remediamos isto? Há uma palavra em Portugal que é "charro", que é o mesmo. À escolha de cada quem.
E logo pódese fumar un alloporro?
#6 Sim, eu sei que pode resultar uma chatice o da língua, mas é-che o que há. Aliás, nom percebo.
Un colega do Porto peghoume o de dicir 'fumar paiva'.
#5 Tamén hai unha cousa que se chama polisemia...
#9 Sim, muito polisémica: (1) planta ou (2) calo.
www.agal-gz.org/estraviz/modules.php?name=Dictionaryr
#3 Si... entre outras cousas...
#5 No meu entorno fumar um porro, um peta, um chareto, um grelo, um cohete, um güeris, um canuto etc. etc. vem sendo o mesmo...
#12 É que a cousa nom é para ser comissário nem purista de nada, o país está como está. Apenas queria dizer que nom temos gíria galega própria e sempre recorremos ao espanhol e neste caso "porro" tradicionalmente era a verdura, sem mais -olho, eu também fumo canutos, porros, petas,... mas também gosto de lhes chamar charros, charutos,... (uiiii!)-. Mas o hábito, meu, o hábito fai milagres e o que antes chamávamos com uma palavra espanhola agora já nom. Lembras quando nos riamos ao ouvir J.R. em galego no primeiro ano da TVG?
Eu que sei...
#13 Noutros âmbitos pode que nom... mas no das drogas si que há umha gíria plenamente galega
