“O galego está na peor situación da súa historia”. Así de claro se expresa o presidente da Mesa pola Normalización Lingüística, Carlos Callón, quen hoxe pediu o apoio da sociedade á manifestación convocada para o vindeiro 18 de maio ‘polo dereito a vivirnos en galego’ e que conta xa co apoio de máis de 70 colectivos, entre concellos, formacións políticas e asociacións veciñais, ecolóxicas ou xuvenís. Vía:
www.gznacion.com/web/notic.php?ide=8094
comentarios
O galego está na sua pior situação, como bem reconhecem, mas A Mesa, instalada na prepotência e arrogância, passou mais de uma vez de convocar uma concentração unitária.
Callón deveria explicar aos seus associados (alguns dos quais militam também em associações das quais A Mesa 'passou' olimpicamente) os motivos. Porque, até onde sei, se pretendes uma concentração unitária e che pedem diálogo, não é lógico que a seguir auto-convoques tudo, imponhas lema, percurso, horários, lugar, etc.
O último intento foi uma reunião que teve lugar o passado 5 de Abril e à qual acudiu como membro da mesa o rapaz que acompanha Callón na foto (Francisco Rei), testemunha e conhec...
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Divide e vencerás. Foi sempre así.
relacionada: chuza.org/historia/o-futuro-do-gallego-e-o-gaelico/
a Mesa sempre innovando...a culpa de todo sempre a ten Fraga...flipo...quen goberna agora???? quen ten responsabilidades e sobre todo orzamento e estratexia?? asumamos que non hai estratexia para o galego...razón ten sarille..
Avante coa convocatoria da Mesa, pero sinceramente espero que "o galego está na peor situación da súa historia" non sexan as palabras textuais de ninguén que defenda o galego. Ese catastrofismo non nos beneficia nadiña. Falta de memoria histórica?
Carallo, como nos devoramos os uns aos outros. Parece "A vida de Brian"...
#5 Pois sim, pouco evoluímos... Relacionado com isto parece que alguém se molestou polo meu comentário inicial (#1), que recebeu no mínimo dous votos negativos. Se a alguém lhe molestam as verdades é o seu problema, só tem de telefonar o Carlos Callón e que este lhe explique o que aconteceu e como intentou tomar por parvos os representantes de vários colectivos as duas últimas semanas de Março assim como na reunião de 5 de Abril.
A Mesa prometeu desde o princípio que dialogaria com outros colectivos para chegarmos a 18 de Maio com uma histórica manifestação unitária. Porém, aos dous dias lança aos meios a convocatória e três dias depois aprova o manifesto na sua ass...
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