Galego no ensino: galego fácil ou castelgalego

O galego dos libros de texto obedece a ese tipo de galego fácil que máis ca galego é castelgalego, pero que contenta a sectores moi importantes da sociedade galega, como as autoridades educativas dos partidos de ámbito nacional e ata membros da propia RAG, especialmente os que confeccionan estes dicionarios e gramáticas en que todo vale… e que iso si, esixe un mínimo esforzo de aprendizaxe para profesores, alumnos e funcionarios en xeral.
5 comentariosen ensino
tags: galego, castrapo, ensino, livros karma: 273.00
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comentarios

  1. #1   

    O artigo é interessante, mas todo o que agora vem a 'descobrir' denuncio-o há ja vários anos o doutor Carlos Garrido num extenso artigo crítico com a terminologia 'científica' galiziana, em particular com a Enciclopedia Galega Universal (tradução de outras castelhanas) e o Dicionario Xerais (que é ao que alude no seu artigo Manuel Rguez. como tradução do Anaya).

    Essa é nossa realidade: utilizarmos material de segunda, que nem está focado à nossa realidade social (focagem doentia com ESPANHA no canto de GALIZA), nem à linguística (traduções literais e carência de fraseologia e/ou estruturas galegas, como o infinitivo flexionado ou futuro de subjuntivo).

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    escrito por gerardinho2000 hai 37 dias 23 horas 38 minutosgerardinho2000
  2. #2   

    #1 De feito, Isaac Alonso Estraviz, nos seus "Estudos Galego-Portugueses"(1987) inclue umas 10 páginas de exemplos demonstrando que o dicionário Xerais é uma cópia do Anaya

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    escrito por lolov hai 37 dias 21 horas 49 minutoslolov
  3. #3   

    Ja, mas estas cousas têm mais repercusom se se escrevem à espanhola porque os ilusionistas ja é sabido o que queremos ;) ser umha colonia de lisboa

    votos: 4, karma: 63
    escrito por odeteresa hai 37 dias 21 horas 37 minutosodeteresa
  4. #4   

    #2 Certamente. Carlos Garrido, no artigo ao que aludo (acho que publicado o ano passado na revista Agália, mas não estou certo), apoiava a sua crítica do Xerais, se mal não lembro, no trabalho de Estaviz que mencionas.

    E falando de Estraviz, alô polo ano 85 ou 87 já tinha publicado uma estensa monografia de erros linguísticos na rádio e televisão galegas. As mesmas conclusões daquela altura têm plena validez, já que se mantêm os mesmos erros e, poir ainda, dão-se erros novos. Em vinte anos, nada melhorou substancialmente na CRTVG em matéria linguísta (a efeitos práticos).

    #3 Isso é, pá! Todos sabemos que os i-lusos querem ser uma colónia do país Tuga, bué da fixe, meu! ;)

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    escrito por gerardinho2000 hai 37 dias 21 horas 19 minutosgerardinho2000
  5. #5   

    Moi importante que se denuncien estes feitos, aínda que xa sexan coñecidos por moita xente. É moi triste que das poucas cousas que temos en galego moitas non sexan nin sequerea feitas en galego, se non traduccións, peor aínda, malas traduccións.
    Hai moitos manuais sobre os erros típicos, os castelanismos no léxico e na fraseoloxía... mágoa que non se usen moito.
    Habería que prohibir o uso de traductores automáticos para periódicos, libros, etc.

    votos: 2, karma: 36
    escrito por orzan hai 37 dias 17 horas 13 minutosorzan


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