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enviado por Galegoman hai 44 dias 19 horas 4 minutos, publicado hai 44 dias 13 horas 18 minutos
A proibiçom das drogas teve conseqüências desastrosas mui similares à que sofreu o álcool nos anos vinte nos USA. Porém, em vez de reconhecer o fracasso de dita política, a maioria dos governos arredor do mundo empenharam-se em gastar mais recursos e atentar mais contra as liberdades dos seus cidadãos num esforço inútil por deter o comércio ilegal de narcóticos. Legalizar as drogas eliminaria ou mitigaria significativamente as terríveis conseqüências que enfrentamos baixo o actual enfoque proibicionista.
comentarios
Parabéns. Concordo plénamente coa mensaxe.
Tamén, pero teño visto estudos similares a estes algunha vez e todos son un extenso catálogo de PROS, pero non recollen ningún CONTRA, e que non existen? ou acaso se descoñecen, ou directamente se ignoran.
#2 Se em nenhum Estado se dá tal caso, nom se conhecem dados estatísticos sobre umha total legalidade.
É claro que economicamente para o Estado todo som vantagens... (dedicado a hominho) e já saltará algum: "e no caso de que a alguém se lhe vaia das mãos o uso da droga? quem o vai pagar?" (que diria Scaaveiro). A resposta é singela... além de que com tabaco a álcool sucede o mesmo, os quartos que o Estado aforraria em manter presos por narcotráfico daria para pagar-lhe o tratamento a umha cheia de persoas e ademais dava-nos para ir tod@s de putas/putos (outra cousa que deveria ser legalizada).
E por se nom se notou muito... é claro que esta chuzada é umha resposta a esta: chuza.org/historia/os-vinos-galegos-piden-a-sua-exclusion-da-lei-de-dr/
lidas todas esas cousas malas que hai por culpa de que a droga non é legal, como se pode defender o seu consumo hoxe?
E se o prezo se reduce, non aumentaría o seu consumo? Hai xente, creo que a maioría, que nunca chegaría roubar ou prostituirse para consumir droga.
Até onde se podería legalizar? Podería comercializarse unha droga cunha % de cianuro, que non mate nunha dose pero si en 3?
E o seu consumo? A calquera idade? En público?
#3 que % de putas/putos lle dixeron de cativos aos seus pais "de maior quero ser puta/puto"?
#5 Eu sei de umha que queria deixar a escola para ser puta... finalmente rematou a escola, e logo puxo-se a trabalhar no que ela queria. Estou flipando coa quantidade de prejuízos que tem vostede.
E também conheço gente que rouba/roubou para conseguir droga, e também que fodeu por quartos ou já directamente pola droga.
O álcool e o tabaco som drogas legais que tenhem regulaçons sobre o seu consumo e adquisiçom, e si, o tabaco contém cianeto e é perfeitamente legal.
prexuízos nengún, ou dime ti cal, eu creo, ao mellor equivócomo, que a inmensa maioría das putas/putos non o son por vocación, precisamente.
E a maioría das persoas que eu coñezo non se drogarían se tiveran que roubar ou prostituírse.
Tes un cigarro?
Si, pero chúpama se o queres
(o tabaco é unha droga como a farlopa)
A legalización é progresista!!
#7 As persoas que nom se prostituem voluntariamente é precisamente porque um negócio ilegal, ergo --> máfias.
O que nom sei de onde saca é isto:
"Tes un cigarro?
Si, pero chúpama se o queres
(o tabaco é unha droga como a farlopa)"
suponho que é umha ida de olla... igual é polos cubatas que toma...
As leis som retrógradas e hipócritas.
Todas as drogas som malas. Sobre todo Chuza, ésa sim que é doente.
#9 Mire, lourixe mesmo: chuza.org/historia/as-uvas-axudan-a-combater-o-envellecemento#comentar6
#8 tamén creo que a maioría das que se prostitúen voluntariamente non son prostitutas vocacionais
a ida de olla era para visualizar un pago en especias, que máis dá en especias que en euros. Nesa "profesión" eu vexo pouca ou nengunha dignidade.
Non quero nen son quen para dar leccións de moral, é a miña forma de velo.
Volvendo á legalización das drogas, namentres sexa legal o tabaco(e non se poña un prazo para ilegalizalo) non estaría en contra de legalizar a maría(se é certo que é menos malo co tabaco) . Expuxen outras dúbidas antes coa legalización "total" e gustaríame coñecer exemplos noutros países, porque vexo moito experimento con gasosa
#11 Há de ser mais digno passar 8 horas diante dumha computadora, ou deslombando-se apanhando fruita, ou subindo tijolos a um a um andaimo, ou metido num despacho decidindo a quem lhe concedes umha hipoteca e a quem deixas na rua... É umha PROFISSOM, sem aspas nem nada, como qualquer outra... e que eu vejo muito mais digna que a de político, banqueiro, policia ou soldado.
Há quem prefere viver na realidade, sabendo que é umha puta, e há quem prefere viver enganado, sendo a putinha do empresário de turno e crendo-se Deus na Terra. Vivem de lamber-lhe o cu ao chefe e miram por riba do ombro a quem elege a quem lhe vai a chupar a pirola, hipocrisia nojenta.
#12 A gram maioria das mulheres que trabalham na prostituçom escolhem essa via já que nom tenhem outra forma de sair adiante. Nom creo que seja mui ajeitado meter no mesmo saco a legalizaçom das drogas e a legalizaçom da prostituçom.
As mafias cando se voltan legais costuman chamarse lobbies (coma o do tabaco) e tampouco son un grande avanzo.
#13 Nom sabia que a prostituiçom fosse um trabalho de mulheres...
Umha persoa que cobre 500€ por ir de ceia com alguém e botar um ferrete nom penso que tenha muitos problemas por sair adiante...
#15 É um trabalho realizado por mulheres num 99,9% dos casos. Tu tamem falache de "putas" e nom de putos

Por certo, se queres saber a minha opiniom sobre o tema...
chuza.org/historia/firmas-pra-regularizar-a-prostitucion/ veja aqui!
#16 Nom minta --> #3

E na sua opiniom vejo que considera indignas às persoas que trabalham no negócio do sexo... eu vejo indignas às que trabalham no das armas
#17 Nom minto, em #12 quando fala dize vostede "puta"...
Na minha opiniom é indigno ter que trabalhar disso pq nom tens outra saida. Sei que há casos de gente que trabalha nesse mundo tendo posibilidades ganhar-se a vida doutra forma, mas som situaçons residuais. Deixemo-nos de demagogias, trabalhemos por dar-lhe umha saida dessa vida as prostitutas (que queiram claro, que som-che a inmensa maioria) e nom venhamos agora dizendo que a legalizaçom para este caso é a soluçom a todo!
#18 Eu tenho sido a puta dalgumha empresa, e nom por isso sou mulher. Se nom entende é seu problema. Odeio à gente que utiliza continuamente o '@' e o 'a/o' fazendo incompreensíveis os textos.
Na minha opiniom, prefiro foder velhas ricas que limpar os seus retretes de merda. Deixe-se de demagogias vostede, trabalho fregando escaleiras, apanhando fruita e deslombando-se como um burro hai-no a esgalha... o caso é querer trabalhar, é muito mais fácil ganhar 50€ por botar um polvo, quem é vostede para proibir-lhe a ninguém fazer o que lhe saia dos colhons com seu corpo?
#19 Por favor, esperava que nom chegasse ao recurso de "trabalho há de sobra, o que nom trabalha é pq nom quere"... Desde logo a vostede parecera-lhe singelo ganhar 50 euros a cambio de sexo, mas de seguro que muitisimas mulheres prefeririam ganhar esses cartos doutro jeito.
#20 É que está vostede empenhado em falar-me de gente que trabalha na prostituiçom de modo involuntário ou por necessidade económica, e eu levo TODO O PUTO TEMPO repetindo UMHA E OUTRA VEZ que quem QUEIRA trabalhar na prostituiçom é mui livre. A mim tampouco me chista passar 8 horas deslombando-me fazendo paletes de guias telefónicas ou fazendo caixas, e assi passei este verão para ter quartos.
Reitero o de #12, cada um elege de quem quere ser puta, eu elegi ser a puta dessa empresa por quartos, nom por gosto. Por algo pagam... se o trabalho fosse bom fariam-no Juan Carlos I e a Duquesa de Alba; trabalhamos os pringados, somos os escravos do dinheiro.
#21 Falo de gente que trabalha na prostituçom involuntáriamente já que é o que acontece na inmensa maioria dos casos. Falar dum problema mirando só para os casos residuais simplemente é nom querer ver o que há.

#22 É vostede o que considera que a prostituiçom é um problema
#23 Nom considero que umha pessoa que venda o seu corpo seja um problema. O problema é que esta pessoa faga isso pq é a sua única saida, que é o que acontece coas prostituas deste pais. Pensar que as prostitutas realizam o seu trabalho pq lhe é a forma mais singela de sair adiante (quando o fam pq é a ÚNICA saida, nom a mais singela) é ignorar este problema.
#24 --> #21 e #23
Já chegamos ao bucle...
#3 Não, eu estou completamente a favor de legalizar as drogas. Se a alguém se lhe vai a mão com as drogas é o seu problema.
#5 O primeiro que tens que pensar e que a gente sempre se sente atraída polo que está fóra da lei e fóra das normas. Com uma legalização das drogas o consumo reduziria-se e não aumentaria, para exemplo tens as leis secas dos EUA a finais do século XIX, logo de proibir o consumo de alcol a população bebeu a eito e máis e quando se ergueu a proibição e as punições o consumo de alcol descendeu outra vez.
E a gente que se fai dependente si que se prostitui e si que rouba para poder pagar o que se quere meter, com muita frequência.
Á minha manei...
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realmente, non penso que a legalización remate có problema das drogas, mais eu estou convencido de que vai evitar como mínimo, o mogollón de problemas engadidos, algún deles competindo en importancia có da drogha mesma, tal que dí na ligazón, por exemplo:
o da adulteración , drogha despachada con garantias e controlada non leva matarratas.
mafias , destrucción do seu máis grande medio de financiación.
dous e dous son catro e todo o que sube baixa, e se alguén inda non caiu da burra de que o sistema de luita contra a droga vive en simbiose có entramado que trafica cá droga, pois seguro que é consciente de cousas que se lle escapan ós que sómentes esperamos que nos expliquen qué vantaxes supón este chiringhito da prohibición que se tenhen montado.