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enviado por Fer hai 297 dias 20 horas 45 minutos, publicado hai 297 dias 16 horas 54 minutos
O Conseller de Vicepresidència da Generalitat, Josep-Lluís Carod-Rovira, anunciou que o alvo da próxima campanha de política lingüística será um dos tópicos de falsa " buena educación'' que também existe na Galiza: Passar para o castelám quando o interlocutor fala nesta língua, ainda que este more no país. Carod recomenda que para saltar essa eiva deixada polo espanholismo os catalans empreguem a "simpatia, a educaçom e a mao esquerda".
comentarios
Para quando umha campanha da Marisol tam atrevida (atrevimento=defesa real da língua própria) como esta? Ou seguimos co e logo! e as campanhas Albor's style ?
#1 E logo!!?
Já falando a sério, quando vou a Madrid não se me dirigem em galego nem os galegos de ali, assim que não vejo motivos para fazer eu essas concessões com outrem. Venha, todos juntos: ra-di-cal in-to-le-ran-te 
Totalmente de acordo com o Carod, "cumpre mão esquerda"
Máis dunha vez pasei eu ao español (igual que paso ao inglés cos estranxeiros que me consultan algo nesa língua) por respeito a uns madrileños que resultaban ser da Coruña
Umha cousa é mudar para o espanhol quando che fam saber que nom entendem o galego e outra bem distinta mudar para o espanhol simplesmente porque é o idioma no que che falam. A verdade é que em Galiza, muito mais do que em Catalunha, tendemos a pensar que nom se nos entende se falamos em galego, e muitas vezes nom é assi.
A campanha vai servir para gerar mais ódio na Espanha, figho.
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#6 Passar ao castelhano é "civisimo y buena educación" e catalám com uma pessoa que reside em Catalunha "fascismo".
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Ter umha língua, tam rica e formosa como a galega, que compartimos com tantíssima gente no mundo, é sem dúvida um dos melhores presentes que podemos gozar todos os galegos. Usá-la para nos comunicar com alguém que entende mal o espanhol nom só devera ser um imperativo de civismo e boa educaçom, mas um imenso goze. Que alguns nom sintam por elo orgulho e satisfaçom nom é por outra cousa senom por um sentimento de auto-ódio tristemente estendido na nossa terra.
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alema tiene un nuevo amigüito...
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#10 a cal dos dous te refires Galegoman? a villar ou a Padre_Merrin ?
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#12 O seu é mau génio
), rectifico e respondo, como Alexandre Magno quando cortou o nó górdio: tanto monta... 
EDITO: Despois de ler #13, onde este "senhor" me chama radical (que malo maloso que soy!! esto me pasa por no ser un galleguiño moderado fiel al reino... que me llaman radical...
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#7 O senhor deve estar tranqüilo pois não é a única víctima das chuvias douradas, mesmo eu fui em chuza!. A minha utilização do termo "fascismo" deve-se às atitudes de certos colectivos em defessa do castelhano em territórios nos que se falam outras línguas e na sua teima por calificarem a todos os que eles percebem como inimigos com tal palavro.
#9 Se me dizes o porquê, se calhar podemos continuar com isto.
#14
um bocadinho sim !
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Anda, como o alemão austríaco e o suíço!!
#18 O que me queres dizer com isso? Por razões históricas também houve diferenças no Brasil, na Guiné, em Angola, em Macau... e por razões históricas, económicas e geográficas as diferenças entre os dialectos de línguas como o vasco ou o galês são máis grandes do que as que existem entre o que falam na Galiza e o que falam no resto da Lusofonia.
Razões históricas sao as culpáveis de que o que falamos de esta beira do Minho e de que o que falam em aquela tenham diferenças. Que sejam línguas diferentes AD HOC é simplemente por razões políticas.
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#21 E que o problema é que os que pensades que há duas línguas diferentes sodes vós, nao eu. Que há diferenças bem o sei, que as há em toda a Lusofonia estou-che a dizer, mas por isso nao considero que sejam línguas diferentes o que é falado em Angola do que é falado em Cabo Verde do que é falado na Galiza, nao sei que me queres dizer com o argumento do latím.
E logo o galego normativo nao é um invento? De todas maneiras nao sei que lhes importará a castelhanofalantes como tu o que nós fazemos com a nossa língua.
Não lhe deis ao rapaz negativos que quero falar com ele e se nao tem karma é mau de faze-lo!
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#21 Isso estamos a fazer, deixar atrás o passado (ressurgimento do galego escrito na Galiza, mas com ortografia castelã) e trabalhar cara o futuro (inclusom oficial da variante fonológica galega nos organismos internacionais que regulam a nossa língua).
#24 A nossa língua, a tua é o castelhano bem se che nota. Um galegofalante nao vai deixando atrás o "n" em non ou o "u" em outra como já notei há uns dias.
Então se o galego normativo é um invento porque dizes que o que eu estou a escrever é um invento? Decide-te! E porquê o galego não é português, porque o único argumento que fornece-che foi o típico que che conta a profe de galego RAG nos liceus da "Xunta" onde se promociona essa divissão, mas não dados científicos. Ai não! Que a maioria dos cientistas da língua, os filólogos, concordan em que galego e português o mesmo são.
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#27 "da gusto soltar datos así pola boquilla e quedar tan ancho."
Sim, de acordo. Só tes de ir a uma universidade do Brasil, de Portugal, de Angola ou de outro país lusófono e perguntar aos professores, aos ensinantes, aos acadêmicos de língua portuguesa que já têm informações e estudos realizados sobre a Galiza e as suas falas e vas ver os resultados. E que não conheces, por exemplo, a Lindley Cintra?
"xa cho expliquei, se non entendes ou non queres entender non te fagas o parvo e menos aínda me fagas parvo a min."
Ai si, agora que o dizes. Aparte que continuas sem dar-me nenhum tipo de argumento já che disse eu a ti que eu penso que o galego e português não se podem...
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Análise linguística de Villar: (ao pé do comentário, conclusões)
- uso gráfico de formas não recomendadas pola RAG (p.e., "tódalas", "ó")
- falta de vários acentos, em particular os diacríticos (p.e., "e" por "é"; "da" por "dá"; "nos" por "nós"; "as" por "ás")
- diminutivos não galegos (p.e., fazer em "boquilla" por "boquinha" ou "boquita" para a palavra boca... se bem existe a forma derivada "boquilha", mas não como parte do corpo humano; "listillos")
- outros castelhanismos ("sea", "solamente", "solo", "victimismo", "eres", "leer", "crees")
- preeminência dos particípios completos no canto dos (mais comuns em galego) reduzidos (p.e., "cansados" por "cansos")
- co...
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#30 Se tendo uma identidade che baixa o karma... com duas baixará o duplo, ou
?
#30 É bom que passase para o castelhano, a sua verdadeira língua.
É-me bem raro que voçê diga que estou pouco informado quando voçê não conhecer a filólogos como Lindley Cintra (pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_Filipe_Lindley_Cintra), Carvalho Calero, Jenaro Marinhas... E deves estar pouco informado quando dizes que me invento dados, já che disse que foras a uma universidade da lusofonia e olhasses para os conteúdos do ensino no que tem a ver com a língua portuguesa no mundo, Galiza não fica fóra. E essa gente são filólogos e não muito suspeitosos de serem nacionalistas galegos nem nada semelhante.
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Desde que começamos a conversar não fornece-che um.
A mim impórtame um caralho o que tu fales, como se queres falar chinês e concordo com que estejas a tentar escrever em "galego", mas o problema chega quando opinas aos que SIM falamos galego, no meu caso de-toda-a-vida, como temos que escrever.
Também controlas a ortografia dos ingleses? Mai God! Dis is sou táirin.
#33 Pois "no", "no" é isso o que conta
O que conta é que desqualificas o pessoal, atacas sem argumento, e contradizes informações e factos contrastados com simples especulações.
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Estou a dizer-che porquê está considerado que a maioria dos filólogos que têm alguma coisa a dizer com respeito a esta questão apoian as teses reintegracionistas. Só tens de apanhar um livro de língua portuguesa dos que utilizam os estudantes de língua portuguesa em Lisboa ou em Luanda.
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Não, mas podes mandar-lhes um correio-e aos do Instituto Camões
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#36 «[...] falar ou non unha lingua non ten que ver para opinar sobre a súa orixe e historia, son temas de pura lóxica».
Falar sem conhecimento de causa é uma amostra flagrante de ignorância. Opinar claro que podes opinar (e conjecturar, especular, intuir, sugerir, esboçar...). Da língua ou da essência dos peidos.
«Lóxica que aplasta rotundamente as teses "reintegratas"»
"Aplastar", com esse sentido, não é uma palavra galega. Isso, para começar. O único que "aplasta" (esmaga) as teses reintegratas são os pesados como tu.