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enviado por brianHabana hai 44 dias 23 horas 58 minutos, publicado hai 44 dias 17 horas 37 minutos
Bragança é o lugar ideal para a instalação deste espaço porque está na confluência de dois mundos fundamentais da Língua Portuguesa, Portugal e a Galiza". Considerou ainda que o novo espaço terá que ser "um museu vivo e o aspecto didáctico terá a maior importância para que interesse jovens e instituições de ensino".
comentarios
Desde logo. Ademais, Bragança é possivelmente o lugar onde se fale um melhor e mais belo galego-português. Onde melhor poderia estar do que num lugar que recolhe o melhor da antiga Gallaecia?
#1 no Morrasso
#2 Com todos os meus respeitos, o 'galego' de Bragança não está tão castelhanizado como no Morraço.
#3 dalle tempo ao tempo
www.mepsyd.es/exterior/pt/es/actualizaciondelprofesorado/congreso.shtml
#1 Segundo Camilo Nogueira na Costa da Morte
#3
Bom... espero que seja melhor que o de São Paulo... Nom só nom aparece a Galiza, também nom aparecem os PALOP (só como falantes de Kimbundu)e, praticamente, quase nem aparece Portugal (só dizem algo assim como "O português nasceu em Portugal. Portugal invadiu meio mundo e expandiu o português. Despois de impô-lo no Brasil começou a se misturar com bla, bla, bla...", e depois disso Portugal desaparece). Este museu tem umha funçom política evidente e realiza-a bem.
#1 Segundo entendamos que é um galego-português belo. #6 Concordo.
#6 Sempre que estiver devidamente livro de castelhanismos (ou seja, cuidando o jeito de falar), obviamente é um excelente galego. Como o da Terra Chã, modéstia à parte
#1 Ao meu ver, um galego-português que mantém muitas das características primigénias da língua antes de se dividir, uma variante peculiar a meio caminho entre as particularidades galegas e as generalidades do português mais meridional e mesmo do resto do norte... Por exemplo, formas verbais como "fai" ou "trai" (faz, traz), comuns à Galiza, léxico como "água" ou "áugua" (por água, comum ao galego ocidental e ao resto do português), distinção entre o esse surdo e o pré-dorso-alveolar (vamos, diferenciar "ss" de "ç", algo que já se está a perder no resto do português), etc.