www.youtube.com/watch?v=GvPxORR2qHc
enviado por Galegoman hai 56 dias 14 horas 54 minutos, publicado hai 56 dias 7 horas 36 minutos
Como acabar coa explotación sexual e o tráfico de persoas? Abolindo de vez a prostitución, en todas as súas facetas, ou introducindo unha regulación laboral que a contemple como un traballo? A Nosa Terra Diario aborda as diferentes perspectivas.
comentarios
100% coas representantes de de Andanina e do BNG.
E ao igual que chuza.org/historia/dez-razons-para-legalizar-as-drogas#comentario-4, é óbvio que é umha chuzada-resposta a: chuza.org/historia/dez-razons-para-legalizar-as-drogas
Nenhuma. Abolir
#3 Vostede sempre com o PSOE...

#4 Bom, não tenho tão estudado o problema da prostituição como o das drogas, mas suponho que, em princípio estaria a favor de abolir. Mas a regulação tampouco a vejo tão má.
O que disse, tenho que informar-me máis.
#1 Idem.
A maioría das prostitutas o serán por propia vontade, sen que alguén ás obrigue, pero cantas por necesidade extrema, dende a marxinalidade ou que se conformarían cun traballiño máis digno?
Tamén prefiro a regulación que a manter a actual hipocrisía, como a da deputada do PSdG que non sei a que agarda para dicirlle ao seu partido que goberna en Galiza e en España que a persiga, porque se fai á vista de todos.
Bom, esteve a pensar um bocadinho sobre o tema no meu "coffee break" e cheguei à pequena conclussão de que as prostiputas que o são porque elas querem não são vítimas de nada, só são vítimas quando o Estado as manda para Deus-sabe-onde sem permitir-lhes participar no mercado.
Qual é o problema? O problema é que a grande maioria das pessoas que estão na prostituição não querem estar lá e estão muitas vezes mesmo obrigadas.
#7 Insisto, novamente, em que o critério da "dignidade" aplicada a um trabalho é totalmente peregrino e subjectivo. Para mim nom há cousa mais indigna que trabalhar de rei.
#7 ^^ A maioria da gente que trabalha não prostituição não o faz por vocação.
#9 e logo os sindicatos non traballan por condicións laborais, salarios... máis dignos?
Por certo, a negativa do PP a falar do tema responde ao medo de perder o voto puteiro? o voto feminino? ou a ser hipócrita cos seus propios militantes?
#11 Si, um salário digno é aquel que te permite pagar o aluguer, a vestimenta, luz, auga, comida, etc. e umhas condiçons laborais dignas som as correctas medidas de higiene e seguridade no trabalho: que se trabalhas de puto tenhas um preservativo e um lugar limpo e seguro no que fazer o teu trabalho, e se trabalhas de paleta tenhas um casco e um arnês para fazer o teu trabalho sem riscos; e no caso de que o patrom/cliente te mande fazer algo que nom queres porque crês que é arriscado te poidas negar: isso é dignidade no trabalho, e nom a sua concepçom subjectiva de que Zapatero é mais digno que vostede.
#12 para min tamén é iso un salario e un traballo digno, pero para min a prostitución nen tan sequera é un traballo.
E se lle rompe a condoada e colle-la Sida quen indemniza, a marca do preservativo?
Regularizar, e quem quiger ser puto ou puta que seja, mas coas condições de qualquer trabalhador, é claro. No Bairro Vermelho de Amsterdám é o que acontece e funciona: as putas -são todas putas, nom há putos que eu saiba- escolhem os clientes e estám totalmente integradas no mercado laboral como o podemos estar qualquer de nós.
O caso é acabar coas máfias que arruínam as vidas das pobres mulheres que venhem cá enganadas e são escravizadas para lhe dar quase tudo a elas.
#12 Quando se fala de que a prostituiçom nom é um trabalho digno, fai-se (polo menos eu) em referência a que a própria pessoa nom se sinte digna nesse trabalho ao ser a sua única saida. Nom se dize que vender o teu próprio corpo a cámbio de dinheiro seja indigno.
#15 Há moreas de trabalhos indignos. A própria concepçom de trabalhador/chefe no sistema capitalista é totalmente indigno.
#13 E se um obreiro cai dum andaimo e parte o pescoço, quem indemniza? Eu tampouco considero que dissolver manifestaçons seja um trabalho, mas resulta que é um trabalho remunerado e legalizado.
"Os sindicatos trabalham por foder" Scaaveiro dixit, filho de pai sindicalista.
Nom sei se o explicam nesse video, mas o debate filosofico sobre a prostituiçom bate de fronte coa realidade, no nosso pais.
O 90% das mulheres que exercem a prostituiçom fam-no em clubes de estrada (coisa que nom acontece noutros paises do nosso entorno), e o 90% delas sao imigrantes sem papeis. Falamos de varios centos de milheiros de mulheres em tudo o estado.
Estas mulheres, na sua maioria, sabiam ao que vinham, chegarom a espanha atraves de redes de trata de mulheres (coisa que esta proibida) e exercem a prostituiçom para terceiros (coisa que tamen) em condiçoes de exploraçom total, quase semi-escravitude.
Que fazemos com elas? Nom imaxino a Zapatero legalizando a prostitu...
» ver todo o comentario
Penso que unha idea fundamental que recolle o vídeo é que si, o debate está aberto, pero o que cómpre, dunha vez por todas, é acabar co baleiro legal e garantirlle unhas condicións xustas xa non de traballo, senón vitais, ás persoas en prostitución. E os discursos moralistas fan ben pouco. Outra cousa vital, aínda que se cadra era difícil recoller nun documento audiovisual, é a opinión das persoas directamente implicadas (e non me refiro aos donos dos clubes de alterne, que si saen na televisión cando organizan un debate destes, como o presidente de ANELA). Falo das persoas que practican a prostitución. Podemos debater o que queiramos, pero non vale nada se non é con elas.
Aplicação do exitoso modelo sueco já!!
Considera à prostituta vítima (estatisticamente é assim), exercer a prostituição é totalmente legal, existem ajudas para reciclar-se, as imigrantes prostitutas sem papeis que decidem acolher-se a essas ajudas não são expulsas (haverá calotes, mas o caso é tão grave que paga a pena) e ONDE CONTRATAR OS SERVIÇOS DUMA PROSTITUTA É ILEGAL E ESTÁ PUNIDO.
Os dados das mulheres que são traficadas anualmente desde a implantação deste modelo falam do sucesso deste modelo. É importante saber que nos países onde é legal tanto exercer como ser cliente(Holanda, Alemanha) as máfias seguem a traficar milheiros de mulheres.
Os clubes de estra...
» ver todo o comentario
Não passa nada por votardes negativo o meu comentário,... mas por que foi??
#22 A gente que nom opina coma ti pensa que é melhor votar negativo que intentar contestar argumentando.
#21 Eu nunca paguei por sexo, ergo nom me considero parte do "problema". O problema é a hipocrisia e os argumentos moralistas (que nom deixam de ser idênticos aos que esgrime a Igreja para rejeitar o uso do preservativo).
#22 #23 é que som moi preguiceiro pra andar respondendo a todo
O problema é que se está a misturar a prostituiçom, um trabalho coma outro calquer, coa escravitude e exploraçom dalgũas mulheres. Na minha opiniom a prostituiçom deve ser legalizada e ponto, nom me dá pra máis o tema. A escravitude e exploraçom é outro tema que nom tem nada a ver coa legalizaçom deste trabalho e que tem de ser tratado doutro jeito, igual que existem imigrantes (e nom-imigrantes) explorados noutras profissons.
#25 É que isso é o que nom se pode fazer, legalizar e ponto! Se o único que fas é legalizar simplemente lhe estás a dar ao proxeneta o status de empresário e pouco favor lhes estás a fazer as prostitutas.
daquela, suponho que a tua idèia é que calquer trabalho em que houver exploraçom nom seja legal
é que som duas cousas distintas.
#27 A prostituiçom tal como está hoje em dia é um trabalho no que 99% das mulheres estam por nom ter outra saída, nom porque lhes seja dinheiro fácil, senom que é a única forma de ganhar-se a vida. Creio que com estes dados é dificil comparar a prostituiçom com outros trabalhos.
Galegoman pq votas a todo o que opino negativo?
#29 Outra vez mentindo? O seu é grave...
#30 É que é vc o único usuário de Chuza com karma 18, que é o único que ao restar ao meu karma (9) o deixa em -9
#31 --> #26, #23
Os únicos comentários seus nos que sucede o que vostede indica som: #28, e #29 por mentireiro.
#28 de verdade crês que a maioria da gente que trabalha tem moitas saídas e formas de ganhar a vida? és algo iluso... ademais isso que contas nom tem relaçom com legalizar ou deixar de legalizar.
#32 Eu nom minto, dou a minha opiniom. É o que penso, se nom che gusta, vota negativo
#33 A inmensísima maioria da gente que trabalha nom cambiava o seu posto de trabalho por exercer a prostituiçom. Si que tem que ver quando se o único que fas é legalizar ao único que favoreces é ao proxeneta, haverá que fazer algo mais, ou isso é todo?
#34 MENTE COMO UM MENTIRÁM: "Galegoman pq votas a todo o que opino negativo?" --> #32
E segue vostede misturando as máfias e a explotaçom coa prostituiçom, sendo que máfias e explotaçom existem em todos os trabalhos, a diferença é que sendo legais as autoridades pertinentes podem meter os focinhos para deter aos mafiosos e rematar coa explotaçom.
#35 Estes dias com o tema este da legalizaçom da prostituiçom vostede votou a maioria dos meus comentários (negativamente, claro
) nom seja cansino

"sendo legais as autoridades pertinentes blablabla" Si, vai perguntar a Holanda se com a legalizaçom agora já nom existe a explotaçom e as máfias... e despois sou eu o iluso
#34 E a imensíssima maioria da gente que trabalha na prostituiçom nom cambiava o seu posto por exercer 8 horas ou máis por uns poucos cartos. Sobre o resto seguindo a misturar alhos com bugalhos, ver #35
#36 Fala de ser cansino o que leva 2 dias coa mesma teima de misturar toucinho e velocidade porque os porcos correm...
#37 Vejo que é vostede como galegoman, que pensa que as prostitutas trabalham disso pq lhes é a soluçom facil, que se quisessem poderiam trabalhar doutra cousa que "trabalho há de sobra, o que nom trabalha é pq nom quere"
chuza.org/historia/dez-razons-para-legalizar-as-drogas#comentario-19
#39 Vejo que nom conhece vostede muitas putas
#38 E vostedes levam coa teima de que a legalizaçom é a soluçom e ponto. A legalizaçom será a soluçom quando vaia acompanhado de certas medidas para que a eleiçom dessa profissom seja totalmente livre.
#40 Pessoalmente só conheço a umha, que o foi no seu dia. Mas conheço a muita gente que trabalha com elas ajudando-as.
#41 "A legalizaçom será a soluçom quando vaia acompanhado de certas medidas para que a eleiçom dessa profissom seja totalmente livre."

2 putos dias levo dizendo isto... cansino do caralho!
#42 Bom, entom pensamos o mesmo?
Eu só digo que lhe daria mais importancia as medidas que acompanhariam a essa possível legalizaçom que a legalizaçom em si mesma. Outra cousa é que a dia de hoje ningum político que governe se molha no tema com o qual parece que todo vai ficar como está.